OS NOVOS FÜHRERS! THE NEW FÜHRERS!

OS NOVOS FÜHRERS! THE NEW FÜHRERS!

Sem Querer, VEJA Entrega o Milionário Álvaro Dias (PSDB)



Agora a casa do senador Álvaro Dias (PSDB/PR) caiu e com um empurrãozinho da própria revista Veja (sem querer).

O senador é réu em um processo judicial de disputa patrimonial, movido por uma filha, reconhecida por meio de exames de DNA. O processo poderia ser apenas mais um entre tantos, sem maior interesse público, não fosse o valor de R$16 milhões em causa, pois o senador tucano declarou à Justiça Eleitoral (e ao eleitor) ter um patrimônio de R$1,9 milhão, na última eleição que disputou. O aparecimento desta súbita fortuna causou perplexidade à nação brasileira, que pergunta: como o senador, da noite para o dia, aparece como um dos parlamentares mais ricos do Brasil?
Detalhe: o processo não está em segredo de Justiça, ao contrário do que disse o senador em seu twitter, e não é uma mera disputa familiar. É uma disputa patrimonial graúda envolvendo mais dez réus ao lado de Álvaro Dias, e quatro deles são pessoas jurídicas.

Uma das empresas ré na causa é a “AGP Administração, Participação e Investimentos Ltda.”, de Alexandre George Pantazis, indicando que Álvaro Dias teve algum tipo de negócio com esta empresa envolvendo os R$16 milhões em questão.

Alexandre Pantazis é dono da empresa Dismaf – Distribuidora de Manufaturados Ltda. junto com seu irmão Basile, que era tesoureiro do PTB/DF. A Dismaf foi objeto de uma reportagem da revista Veja (pág. 64, edição 2212 de 13/4/2011), em que acusa a empresa de pagar propinas ao PTB sobre contratos nos Correios, no caso que deu origem ao “mensalão” a partir da gravação feita por um araponga de Carlinhos Cachoeira, que levou Roberto Jefferson a dar a entrevista em 2005.

A reportagem foi baseada na denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal. Declarada inidônea pelos Correios, a empresa não podia participar de licitações, mas ganhou uma na Valec – que constrói a Ferrovia Norte-Sul – para fornecer trilhos. O fato foi alvo de auditoria na CGU e foi um dos motivos para demissão do ex-presidente da Valec, o Juquinha.

Só uma investigação sobre os contratos e quebra de sigilo bancário poderá esclarecer o real envolvimento do senador tucano com o dono da Dismaf.

Agora o que vai acontecer? O Álvaro Dias e seus negócios com um dono da Dismaf será capa da próxima revista Veja?


Caminhoneiros Não Querem Parar, Mas Temem Represálias



Nélio Botelho, presidente do Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC), é tucano, votou duas vezes em FHC e trabalha na Petrobras. Diz ter renda de meros R$ 2,3 mil / mês. Diz não gostar de greves e paralisações.

Mas ele está bancando a falsa paralisação dos caminhoneiros, não com regalias, e sim com medo. A maior parte dos caminhoneiros forçados a ficarem parados nas estradas já confessou, em algum ponto e muito cuidadosamente, que não está de acordo com isso e que deseja sair dos bloqueios e fazer suas entregas.

Não podem, no entanto. São mantidos reféns. Celulares são retirados, a imprensa é proibida de se aproximar para que eles não comuniquem ao exterior o que estão sofrendo ali: uma manobra de Botelho e seus comparsas tucanos para tentar desestabilizar o governo.

Isso foi comprovado pela irmã de um desses caminhoneiros em depoimento à Polícia Rodoviária Federal (PRF).




NO RS, CAMINHONEIRO QUE FUROU BLOQUEIO FOI PERSEGUIDO
FONTE: Sul21

A decisão de um caminhoneiro de não aderir à paralisação que bloqueia o transporte de cargas em parte do país resultou em tragédia na manhã deste sábado (28). Segundo a rádio Guaíba, um motorista furou o bloqueio na BR 392 em São Sepé. Revoltados com a atitude do colega, manifestantes perseguiram o caminhoneiro, que acabou atropelando e matando um dos manifestantes, identificado como Cléber Adriano Machado Ouriques, 38 anos.
O suspeito do crime teria passado em alta velocidade pela barreira imposta por outros caminhoneiros que protestam na região. A atitude teria indignado Ouriques e outros três colegas, que, em um carro, passaram a perseguir o motorista.
O grupo no veículo ultrapassou o caminhão e parou no meio da rodovia na tentativa de impedir que ele seguisse viagem. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, ao tentar desviar dos colegas, o caminhoneiro atropelou e matou Ouriques, fugindo em seguida, sem prestar socorro.
A Secretaria-Geral da Presidência da República divulgou nota em que lamentou o ocorrido. “Ao mesmo tempo em que se solidariza com familiares e amigos, o governo federal reforça o compromisso e a disposição para que a normalidade volte às rodovias brasileiras”, diz a nota.
A secretaria também ressalta que as propostas anunciadas esta semana após a reunião em Brasília, entre representantes dos caminhoneiros, empresários e governo são o caminho para a normalização das rodovias. No encontro, o governo prometeu sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro e criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários.

ALÉM DE BOTELHO, IVAR SCHMIDT É
OUTRO ENTRE OS GOLPISTAS
FONTE: O Potiguar
As entidades de classe dos motoristas fecharam um acordo com o governo e anunciaram que a greve, que permanece, seria na verdade um lock-out (movimento dos empresários).  O movimento seria patrocinado pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro, que tem como presidente o empresário Nélio Botelho.
Além de Nélio, a figura que emergiu como articulador das paralisações Brasil afora, via WhatsApp e à parte das organizações de classe, foi o empresário de Mossoró, Ivar Schmidt.
Schmidt é presidente de uma pequena associação de empresários do setor de transportes.
Ivar era caminhoneiro nos anos 90. No governo Lula, abriu uma pequena transportadora e com o crédito ao trabalhador se tornou um forte empresário do setor de transporte da região.
Eleitor e defensor assíduo de Aécio Neves (PSDB) nas últimas eleições, Ivar junto com Tássio Mardony, vereador do PSDB,  e alguns empresarios e médicos lideraram a campanha do tucano em Mossoró.
É curioso destacar que tanto o próprio Ivar e sua família foram um dos muitos casos de crescimento de renda nos governos petistas. Não se sabe ao certo o motivo do ódio, mas é no mínimo contraditória a posição de Ivar”, questiona uma mensagem que chegou ao blog. “Mas ninguém sabe ao certo de onde saiu o emponderamento do mesmo, já que as associações, sindicatos e federações não o reconhecem como liderança da categoria”, conclui.ivar

HSBC: 31 Senadores Assinam CPI; Nenhum do PSDB - Por Quê?



Enquanto a mídia se nega a falar do HSBC, as coisas vão se desenrolando e mostrando as falcatruas dos que são sempre defendidos pela Globo e aliados.

Agora, com 31 senadores assinando o pedido de uma CPI, nenhum senador do PSDB quis dar sua rubrica. POR QUÊ SERÁ?
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CPI DO SWISSLEAKS-HSBC DEVE SER INSTALADA, SEM ASSINATURAS DO PSDB



Jornal GGN - O pedido de abertura da CPI do SwissLeaks-HSBC foi lido nesta sexta-feira (27) no Senado, para investigar as denúncias das contas secretas no banco da Suíça. A sugestão foi do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que conseguiu 33 assinaturas, seis a mais que o mínimo necessário para a criação de uma comissão. Até agora, confirmaram 31 senadores, o que pelas contas já confirma a abertura.
O partido que angariou mais assinaturas para a abertura das investigações foi o PT, com oito parlamentares. E, até agora, nenhum senador do PSDB assinou o requerimento.
Ao contrário de seus discursos contra a corrupção, o ex-candidato à presidência Aécio Neves, o senador que deverá comandar a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), Aloysio Nunes, e o senador Álvaro Dias nãi assinaram o pedido da CPI.
De acordo com o requerimento, a Comissão terá 11 integrantes titulares e seis suplentes, com um prazo de 180 dias de duração. Os parlamentares têm até a meia-noite desta sexta-feira para incluir ou retirar seus nomes.
O objetivo da CPI é investigar as contas secretas de brasileiros na filial do HSBC em Genebra. Randolfe Rodrigues defende que o Ministério da Fazenda e o Ministério da Justiça obtenham o nome de todos os brasileiros na lista, para investigar as possíveis condutas ilícitas.
O senador do PSOL afirmou que o interesse é suprapartidário e não busca "fomentar disputas" entre as siglas, e sim “desmantelar pela raiz” o esquema criminoso. "Esse escândalo é de dimensão mundial. De acordo com o Financial Times, trata-se do maior caso de evasão fiscal do mundo. É necessário que o parlamento brasileiro também se manifeste e instaure um procedimento de investigação", disse Randolfe.
Saiba quais são os 31 senadores que já assinaram o pedido de abertura da CPI:
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Humberto Costa (PT-PE)
Jorge Vianna (PT-AC)
José Pimentel (PT-CE)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Paulo Rocha (PT-PA)
Regina Souza (PT-PI)
Walter Pinheiro (PT-BA)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Randolfe Rodrigues (Psol-AP)
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
João Capiberibe (PSB-AP)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Roberto Rocha (PSB-MA)
Romário (PSB-RJ)
Roberto Requião (PMDB-PR)
Rose de Freitas (PMDB-ES)
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Cristovam Buarque (PDT-DF)
Reguffe (PDT-DF)
Telmário Mota (PDT-RR)
Hélio José (PSD-DF)
Omar Aziz (PSD-AM)
Otto Alencar (PSD-BA)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Magno Malta (PR-ES)
Gladson Cameli (PP-AC)
José Medeiros (PPS-MT)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Wilder Morais (DEM-GO)
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A RESPOSTA: PSDB MOVIMENTOU US$ 176,8 MILHÕES EM CONTA SECRETA DA HSBC ENTRE 1996 E 2000



O HSBC está no centro de um vasto escândalo de fraude fiscal e lavagem de capitais e é objeto de uma investigação penal na Europa toda.

Por Redação

Duas grandes roubalheiras que comprometeram o progresso e o desenvolvimento do povo paranaense para favorecer políticos corruptos pode ser desvendado no caso Suiçalão. A quebra do Banestado e a venda do Bamerindus seguiram roteiros parecidos, favorecendo verdadeiras quadrilhas organizadas em torno da política local, estadual e nacional.
Na verdade, os maiores ladrões do Brasil não estão nas penitenciárias e delegacias, mas soltos, nas colunas sociais.
O Bamerindus, em 1997, presidido na época por José Eduardo de Andrade Vieira, sofria ataques sistemáticos da mídia e boatos sobre possível inadimplência. Em alguns setores e corredores palacianos dava-se como certa a “quebra do Bamerindus”. Entretanto, a realidade era outra, o banco paranaense tinha 1.241 agências, ativos de mais de 10 bilhões de reais e uma das maiores e rentáveis seguradoras do país.
O que aconteceu para que o banco fosse entregue de mão beijada ao HSBC? Hoje, finalmente, o livro “Privataria Tucana” revela os bastidores da campanha para tirar o Bamerindus dos paranaenses: o ex-ministro das Comunicações, Sérgio Motta, havia pedido 100 milhões de reais ao banqueiro José Eduardo de Andrade Vieira como doação para a campanha de FHC. O banqueiro disse não, embora colocasse avião com piloto à disposição da campanha e fizesse outras doações em dinheiro.
Meses depois da campanha o HSBC recebeu dinheiro do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) – na surdinha – para comprar o Bamerindus: 431,8 milhões de reais do Banco Central foram entregues ao HSBC para reestruturar o Bamerindus e saldar dívidas de reclamações trabalhistas. Além do dinheiro, o Banco Central limpou a parte problemática da carteira imobiliária, repassada para a Caixa Econômica Federal, que por sua vez recebeu 2,5 bilhões do Proer. Ou seja, o Brasil comprou o Bamerindus para o HSBC e o Paraná perdeu um dos maiores bancos do país.

Banestado

Com o Banestado o escândalo foi ainda maior. O maior desvio de dinheiro na história do Paraná chega a de 19 bilhões de reais durante o governo Jaime Lerner, com a quebra do Banestado, um dos bancos mais fortes e promissores do país, com 70 anos de trabalho financiando o progresso do nosso Estado. A “quebra” do Banestado foi um processo rápido e serviu para enriquecer quadrilhas organizadas e políticos de dentro e de fora do banco.
O Banestado foi quebrado numa espécie de “queima de arquivo” para esconder falcatruas e roubalheiras com o dinheiro público. O Doleiro Alberto Youssef preso na Operação Lava Jato nos anos que se seguiram confessou que entregava dinheiro vivo, fruto da roubalheira, ao ex-governador e deputados da sua base de apoio na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná.
Políticos como José Serra (PSDB) e Jorge Bornhausen (DEM) constam de relatórios da Polícia Federal que mostram a existência de ordens de pagamento e registros de movimentações financeiras do esquema de lavagem de US$ 30 bilhões por meio da agência bancárias do Banestado de Foz do Iguaçu (PR).

Entre 1996 e 2000, a conta do PSDB recebeu US$ 176,8 milhões

Um dos principais documentos é o dossiê AIJ 000/03, de 11 de abril de 2003, assinado pelo perito criminal da Polícia Federal Renato Rodrigues Barbosa – que chegou ao ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, com um carimbo de “confidencial”. O perito e o delegado José Francisco Castilho Neto identificaram pessoas físicas e jurídicas que estariam usando o esquema de remessa de dinheiro do Brasil para o exterior.
O dossiê AIJ000/03 traz a indicação de José Serra, o mesmo nome do ex-ministro da Saúde e ex-presidenciável tucano. O AIJ004 aponta apenas S. Motta, que os policiais suspeitam ser o ex-ministro das Comunicações Sérgio Motta, que já morreu. **O dossiê AIJ001 mostra transações financeiras do senador Jorge Konder Bornhausen, então presidente nacional do PFL, hoje DEM, e do seu irmão Paulo Konder Bornhausen. Já o dossiê AIJ002 aponta o nome do empreiteiro Wigberto Tartuce, ex-deputado federal por Brasília.
No caso de José Serra, há extratos fornecidos pelo banco americano JP Morgan Chase. O nome do ex-ministro, que segundo relatório dos policiais pode ser um homônimo, surge em uma ordem de pagamento internacional de US$ 15.688. O dinheiro teria saído de uma conta denominada “Tucano” e sido transferido para a conta 1050140210, da empresa Rabagi Limited, no Helm Bank de Miami, nos EUA. Serra é apontado como o remetente dos recursos. Isto seria uma indicação de que ele teria poderes para movimentar diretamente a conta Tucano. Entre 1996 e 2000, essa conta recebeu US$ 176,8 milhões, segundo a PF.


FONTES: Jornal GGN, Portal Metropole

Lava Jato: Informante É Dono da Globo / PR, Parente de Moro e Suplente de Álvaro Dias (PSDB)

Senador Álvaro Dias (PSDB) e Joel Malucelli

Segundo informações de pessoas próximas à Operação Lava Jato, o informante do Juiz Federal Sérgio Fernando Moro nas investigações seria Joel Malucelli, suplente do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
Malucelli é dono da Rádio Globo Paraná, e da TV Bandeirantes Curitiba e Maringá, além de ser banqueiro, empreiteiro aonde tem participação em diversos pedágios no Paraná.

Dedo de Malucelli

Os Executivos Dalton Avancini e Eduardo Leite, presidente e vice da Camargo Corrêa, respectivamente, fecharam acordo de delação na Lava Jato, na noite desta sexta-feira, após 103 dias presos; acerto com juiz Sérgio Moro, além de revelações de novos nomes de funcionários da Petrobras envolvidos no esquema e de irregularidades em outras estatais e obras do setor elétrico, como a Usina de Belo Monte.
Em 2011 o Grupo J.Malucelli, um dos participantes do Consórcio Norte Energia, que venceu o leilão da Hidrelétrica de Belo Monte (PA), deixou o consórcio do qual ela fazia parte, acompanhe:
O grupo Malucelli com um patrimônio de R$ 2 bilhões, possui mais de 40 empresas, atuando desde a construção pesada até meios de comunicação, intercalando usinas hidrelétricas, sistema financeiro, futebol entre outros.
É proprietário do Paraná Banco e em 2008 constitui a primeira resseguradora privada do Brasil. O Grupo J. Malucelli foi, por meio de sua seguradora, a pioneira na emissão de apólices pela internet.
No Hight Society de Curitiba, Malucelli é chamado pelos mais chegados, de Senador. Com um possível Impeachment da Presidenta Dilma Rousseff, e uma nova eleição para presidente, com suposta vitória de Aécio Neves (PSDB), Malucelli realizaria seu sonho com a ida de Álvaro Dias (PSDB) para o Ministério.
As duas Famílias italianas, Moro e Malucelli, são parentes clique aqui.
FONTE: Jornal I9
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ADENDO: O OLHO ESTÁ NA PETROBRAS
Desde o início, a mídia tem dado cobertura a certos fatos da Lava Jato e deixado outros, como o envolvimento de FHC, de lado, sem nem mencionar. O mesmo ocorre com o Suiçalão do HSBC.
É o comportamento da TV que se aliou ao PSDB para vender a Petrobras aos EUA, ainda nos anos 1990, a preço de banana e agora quer entregar o Pré-Sal.
Os golpistas estão cada vez mais articulados. A esposa de Moro é assessora jurídica do PSDB; trabalha em um escritório que presta assessoria a empresas petroleiras internacionais. O delator é parente do juíz.
Golpe? Não, imagina.

SP: Milhares Vão Às Ruas Contra Alckmin (PSDB)



Depois dos 100 mil contra Beto Richa (PSDB) no Paraná, mais de 50 mil pessoas foram às ruas de São Paulo para cobrar do governador Geraldo Alckmin (PSDB) ações a respeito da crise hídrica que se abateu sobre o Estado devido aos mais de 20 anos de má gestão tucana.

Direto do SPressosp:

Convocado pelo MTST, ato foi até o Palácio dos Bandeirantes para cobrar de Alckmin transparência e medidas para conter a crise hídrica, com foco especial para a periferia; lideranças do movimento foram recebidas por representante do governo. Confira fotos

Por Ivan Longo

Índios fazendo a dança da chuva, caminhão-pipa, Alckmin na banheira, 10 mil pessoas e movimento social na sede do governo: assim aconteceu a Marcha pela Água, convocada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). Uma maré vermelha invadiu as ruas da zona sul da capital na noite desta quinta-feira (26) protestando contra o que entendem ser negligência do governo em não tomar medidas para conter a crise hídrica que assola o estado, principalmente as periferias.



“Exigimos que o governo minimize o impacto do racionamento que existe – apesar de ele sempre negar – nas periferias. Nós temos creches fechando as portas, escolas suspendendo as aulas, hospitais adiando cirurgias. A periferia está sendo agredida”, afirmou Jussara Basso, coordenadora estadual do MTST. “Sabemos que grandes empresas têm ganhando descontos na conta de água. Não por economia, mas por gasto. Enquanto isso, na periferia, quanto mais for gasto, mais se paga”, completou.

Com representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da União Nacional dos Estudantes (UNE) e de diversas outras entidades e lideranças políticas, como a ex-candidata à presidência Luciana Genro (PSOL), a manifestação seguiu, em um percurso de duas horas, do Largo da Batata, na zona oeste, até o Palácio dos Bandeirantes, na zona sul.

O foco principal das críticas dos manifestantes - a maior parte deles militantes do movimento e moradores da periferia – foi, naturalmente, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que insiste em minimizar um claro racionamento que faz milhares dessas pessoas ficarem sem água por dias.



“O foco é ele [Alckmin], o responsável pela Sabesp, pela gestão hídrica e pela crise”, disse o coordenador nacional do movimento, Guilherme Boulos, que garantiu ainda que a ideia é ocupar as ruas até que suas demandas sejam atendidas.

“Em primeiro lugar, nós queremos um plano emergencial para minimizar o impacto desse racionamento que já ocorre nas periferias. Instalar caixa d’água, cisternas e poços artesianos. Além disso, é necessário ter maior transparência do governo e participação popular no comitê de gestão da crise. O movimento exige ainda o fim imediato dos contratos de demanda firme e nenhum reajuste na tarifa, isso é um absurdo”, explicou.

Ao som do funk “Não vai faltar água”, em que a voz do governador dizendo que não iria faltar água em São Paulo é mixada à um “batidão”, a manifestação chegou ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, onde lideranças do movimento conseguiram entrar e serem recebidas por Edson Aparecido, chefe da Casa Civil.



A Polícia Militar, por sua vez, não mobilizou grande contingente e o ato foi, durante todo o trajeto, pacífico.

Fotos: contadagua.org

Harvard: Há Uma Terra Antiga Dentro da Terra



Uma equipe de cientistas de Harvard pode ter encontrado uma indicação de que uma parte de uma antiga Terra existe dentro do atual manto de nosso planeta.

Um estudo apresentado na conferência Goldschmidt em Sacramento, Califórnia, afirma que a razão isotópica anteriormente inexplicável das profundezas da Terra pode ser um "eco" da Terra antiga que existia antes da colisão com outro corpo celeste, que se estima ter levado à formação da Lua há 4,5 bilhões de anos.

De acordo com os autores do estudo, a razão pode representar um sinal a partir de um material que existia antes do momento da colisão.

Os cientistas da Universidade de Harvard, liderados pelo Professor Associado Sujoy Mukhopadhyay, acreditam que apenas uma parte da Terra se derreteu como resultado da colisão, e que nas profundezas do manto de nosso planeta ainda existe uma parte da antiga Terra.

Os cientistas estudaram a relação isotópica da gases nobres das profundezas do manto da Terra e compararam com a razão isotópica dos gases encontrados mais perto da superfície. Eles descobriram que a proporção de 3He para 22Ne a partir das camadas de superfície do manto é muito mais elevada do que a das suas camadas mais profundas.

A análise do 129-Xenon e do 130-Xenon também confirma a hipótese sugerida pelos pesquisadores. O material que foi preso na superfície do manto profundo tem uma relação mais baixa do que a que está normalmente localizada perto da superfície.

Uma vez que o 129-Xenon é produzido pelo decaimento radioativo do iodo 129, estes isótopos indicam que a parte antiga do manto foi formada durante os primeiros 100 milhões de anos de evolução da Terra.

Os cientistas acreditam que esta teoria explique as diferenças entre as proporções de isótopos de gases nobres em diferentes partes da Terra.

Como disse o Professor Mukhopadhyay: "A geoquímica indica que há diferenças entre as proporções de isótopos de gases nobres em diferentes partes da Terra, e estas precisam ser explicadas. A idéia de que uma colisão muito perturbadora da Terra com outro corpo do mesmo tamanho do planeta, o maior evento da história geológica da Terra, não derreteu completamente e homogeneizou a Terra desafia algumas das nossas noções sobre a formação do planeta e as energias dos impactos gigantes. Se a teoria for provada correta, então podemos estar vendo ecos da antiga Terra, a partir de uma hora antes da colisão".

FONTE: Disclose

PR: 100 Mil Vão Às Ruas Pelo Impeachment de Richa (PSDB)



Se a Globo não mostra, cabe a nós divulgar.

Cansados do desgoverno de Beto Richa (PSDB), os professores paranaenses, auxiliados por uma multidão que, contabilizada em todas as cidades participantes, passou de 100 mil pessoas, foram às ruas para pedir o Impeachment do governador. Em função do que ocorre no Estado, o pedido, ao contrário do que se faz em referência a Dilma, é legítimo e tem embasamento.

Confira abaixo algumas reportagens sobre a marcha dos milhares no Paraná.


PROFESSORES VÃO ÀS RUAS EM PROTESTO CONTRA GOVERNO DO PARANÁ
Por: Carta Capital

Milhares de professores e servidores do Estado organizaram mais um protesto e marcharam pelas ruas de Curitiba, no Paraná, na manhã desta quarta-feira 25. A manifestação é contra uma série de medidas de cortes de gastos, anunciadas pelo governo Beto Richa (PSDB), que atingem em cheio conquistas históricas do funcionalismo público paranaense. A Polícia Militar estima que 10 mil pessoas participaram do ato, enquanto que o APP Sindicato fala em 45 mil manifestantes. O protesto marca a terceira rodada de negociaçãoentre a gestão tucana e a categoria.
Os professores se reuniram nas praças Rui Barbosa e Santos Andrade, na região central de Curitiba, logo pela manhã. De lá, seguiram em passeata até a Catedral de Curitiba, onde as duas marchas se encontraram para continuar até os portões do governador tucano. No Palácio do Iguaçu, representantes do governo do Paraná e do sindicato sinalizaram a possibilidade de um fim próximo da greve dos profissionais de ensino paranaense. Os profissionais estão parados desde o dia 9 de fevereiro.
Na reunião de hoje, o governo aceitou pagar no fim de março a totalidade dos terços de férias referentes a novembro e dezembro do ano passado. Os professores exigiam o pagamento desses R$ 116 milhões em parcela única, enquanto o governo insistia em parcelar em duas vezes. Ao mesmo tempo, o tucano prometeu implementar, entre maio e junho, as progressões e promoções atrasadas desde o início do ano passado, e acatou a retomada de programas suspensos em 2014.
Ainda que os prazos não correspondam ao exigido originalmente pela APP Sindicato, praticamente toda a pauta proposta pelos professores foi de alguma forma atendida ao longo das três rodadas de negociação realizadas na última semana, após as sucessivas demonstrações de amplitude do movimento e de união da categoria.
Isso porque, acuado por mais de 15 mil pessoas que foram às ruas há duas semanas, Richa retirou da pauta de votação da Assembleia Legislativa o “pacotaço”, projeto que visava uma série de mudanças na estrutura organizacional e financeira do Estado. Dentre elas, Richa subtraía vantagens conquistadas pelos professores em seu plano de cargos e salários, como o fim do “quinquênio” – um adicional que é incorporado ao salário dos professores a cada cinco anos – além da demissão de professores, pedagogos e até merendeiras.
*Com informações da Rede Brasil Atual

MILHARES TOMAM AS RUAS DE CURITIBA CONTRA BETO RICHA
Por: Portal Fórum

De acordo com a polícia, há cerca de 40 mil manifestantes nas ruas. Convocada pelos professores da rede estadual – que estão em greve -, a marcha ganhou força principalmente pela revolta contra o pacote de medidas apoiado pelo governador tucano; movimento que pede o impeachment de Richa começa a crescer 
Por Redação 
As ruas do centro de Curitiba estão, mais uma vez, tomadas. Milhares de manifestantes (40 mil, de acordo com a Polícia Militar) protestam nesta quarta-feira (25) contra o governo estadual, comandado pelo tucano Beto Richa.
A marcha, a princípio, foi convocada pelo sindicato dos professores da rede estadual, que está em greve há 17 dias por conta de atrasos e congelamentos de reajustes. A revolta contra Richa, no entanto, não se limita à categoria. Servidores públicos de diversas outras áreas vêm se incorporando às manifestações, principalmente por conta do pacote de medidas que o governador tentava aprovar na Assembleia Legislativa, cujo intuito era resolver a crise financeira que assola o estado. Entre essas medidas, estaria, por exemplo, utilizar o fundo previdenciário de 8 bilhões de reais para pagar suas contas. 
Entre as reivindicações dos professores, faixas e bandeiras de “Fora Richa” e “Impeachment” ganham cada vez mais força. No último sábado (21), uma manifestação que pedia especificamente a saída do tucano do governo reuniu cerca de mil pessoas.
Nesse momento, representantes do sindicato dos professores estão reunidos com membros do governo para tentar, pela terceira vez, negociar o fim da paralisação.

A REPÚBLICA DO PARANÁ E A CONTRARREVOLUÇÃO CONSERVADORA
Por: Carta Maior

Nesta conjuntura política confusa na qual com menos de dois meses de governo, alguns atores políticos falam em impeachment e outros em derrubada judicial do governo, alguns acontecimentos ocorridos nas últimas semanas no Paraná nos dão uma boa ideia do que ocorrerá no Brasil se as forças progressistas não reagirem a altura dos desafios colocados pela conjuntura. 

Três fatos gravíssimos ocorridos no Paraná antecipam a contrarrevolução conservadora que se anuncia no Brasil: o assalto aos trabalhadores do setor público pelo governador Beto Richa; a tentativa de partidarizar as delações da operação "Lava Jato" e a absoluta imobilidade da polícia federal em investigar os vazamentos seletivos durante o processo eleitoral. Analisemos cada um deles.

O Paraná como quase todos os estados da federação se encontra em uma situação financeira difícil provocada seja por um processo de reeleição bastante custoso, como também pela situação mais geral da economia que tem reduzido a capacidade de arrecadação dos estados. Mas, apenas no Paraná, o governador dirigiu um assalto ao funcionalismo e ao setor público. 

No dia 04 de fevereiro, o governador do Paraná - utilizando a supermaioria que ele tem na Assembleia Legislativa no estado - apresentou em regime de urgência urgentíssima um projeto de lei (06/2015) que, entre outras coisas, extinguiu o Fundo Previdenciário dos Funcionários Públicos do estado incorporando-o ao orçamento do setor público. Além disso, o governo do Paraná extinguiu os quinquênios e tornou as licenças dos servidores inviáveis, uma vez que sua concessão passou a depender dos secretários de estado. 

Ou seja, na ânsia de equilibrar o orçamento estadual, o governo retirou direitos que o funcionalismo tem há décadas. Pior, ele ameaça fechar ou desativar quatro universidades estaduais que estão, juntamente com as universidades estaduais paulistas e cariocas, entre as melhores do país. Apenas, a mobilização social impediu o pior, mas aqui já se anunciou o projeto socialmente regressivo através do qual o PSDB pretende equilibrar o orçamento público no Brasil.

O segundo pilar da república do Paraná é um judiciário politizado e partidarizado. 

Evidentemente que a inciativa de deslanchar a operação Lava Jato foi extremamente bem vinda, já que a população brasileira não aguenta mais as formas ilegais de financiamento do sistema político. Também foram extremamente exitosas os acordos para a recuperação de ativos desviados da Petrobrás. 

Mas, rapidamente, a operação Lava Jato foi politizada com o vazamento de informações que tinham como objetivo criminalizar o partido do governo e interferir no processo eleitoral.

Acusações que chegaram a ser feitas à própria presidente na fase final da corrida eleitoral não tiveram a sua origem devidamente explicitadas e comprometeram fortemente a ideia de uma investigação republicana sem objetivos políticos. 

Pior, as delações premiadas passaram a transformar bandidos em heróis desde que apontassem na direção de um partido. Tal fato, coloca mais uma vez o judiciário brasileiro em questão na sua capacidade de punir malfeitos e a corrupção utilizando as regras do estado de direito. 

No caso da república do Paraná e de seu maior expoente judicial, o juiz Moro a situação é bem pior. Deturpa-se o estado de direito, coagindo física e moralmente os suspeitos como é o caso das condições degradantes que os donos de empreiteiras estão sendo submetidos, para coagí-los a assinar delações sou confissões para as quais o estado não tem prova.  

Esse instituto parece ser uma enorme deturpação do estado de direito e sugere uma completa politização e partidarização das investigações judiciais que ao que parece dispensam a apresentação de provas empíricas. O único objetivo parece ser obter uma informação que possa ser vazada à imprensa e aproveitada por atores políticos perdedores da última eleição presidencial.

Por fim, cabe aqui mencionar o papel da Polícia Federal. O Paraná apresenta a situação lamentável de uma polícia que não tem mais comando centralizado, que abandonou os princípios republicanos básicos e no qual os delegados podem se dar ao luxo de se expressar politicamente contra o governo ou de não investigar aquilo que não lhes interessa investigar. 

O melhor exemplo vem de artigo na Folha de São Paulo desta semana no qual a advogada de um dos investigados pela Lava Jato expressa sua perplexidade em relação a não investigação de vazamentos pela polícia federal do Paraná. Amplamente ignorado pela grande imprensa, ela afirma que foi ao Ministério da Justiça informar ao ministro que o inquérito que apura vazamentos ouviu quatro jornalistas que não quiseram informar as suas fontes, direito este consagrado pela Constituição. 

Nenhuma outra estratégia investigativa foi tentada porque nada se procurou investigar. Ou seja, a mesma polícia federal que pula muros para aparecer na TV, constrange empreiteiros no cárcere e não investiga vazamentos que tiveram como objetivo desestabilizar o processo eleitoral de uma eleição para presidente. Ou seja, não parece existir o crime de lesão a soberania popular para a República do Paraná. 

O Paraná representa muito bem o projeto regressivo da direita brasileira expresso pelo mote “desempoderamento da democracia e partidarização do Estado de Direito”. 

Esse projeto, que despreza a vontade popular expressa no pleito do dia 26 de Outubro, parece ter igual desprezo pelo estado de direito e os métodos que ele consagrou para punir delitos. A justiça é confundida com a vingança e não se legitima em nenhum processo público. 

Esse projeto que se apresenta como alternativa de poder em um momento em que o poder não está ou não devia estar em disputa, deve ser respondido a altura pelos brasileiros que continuam acreditando que os problemas do país podem ser resolvidos com mais democracia e mais Estado de Direito.

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PARANÁ CONVOCOU; VOCÊ VAI SEGUIR?

Os valentes professores paranaenses convocaram o povo de bem para ir contra a tentativa de golpe que está sendo orquestrada no Brasil. Convocou a derrubar Richa, Aécio, FHC, enfim, o PSDB como um todo, e a direita opressora. Não aceitaram retrocesso, e você não deve aceitar também.

Há aqui uma bifurcação: ou você é pessoa de bem e vai se unir a eles e lutar em favor da Petrobras e dos avanços inegáveis no país após 2002; ou vai se unir aos fascistas no golpe.
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