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Nosso blog terá um programa semanal transmitido via rádio dentro de algumas semanas. Aguardem!

terça-feira, 22 de abril de 2014

EUA Financiaram "Twitter Latino-Americano" Para Promover Instabilidades Políticas Em Cuba e Outros Países



O governo dos EUA financiou secretamente uma rede social em Cuba e outros países da América Latina para gerar instabilidade política e minar a posição dos governos esquerdistas, de acordo com pesquisa realizada pela Associated Press.

Os perfis consistiam de um serviço de mensagens de texto que foram usadas para organizar manifestações políticas em diversos países. Esta rede foi criada usando empresas de fachada, servidores em três países e financiado a partir de Ilhas Cayman, diz a agência, através de transações com bancos estrangeiros.

Este projeto, que durou dois anos (2010-2012) tinha alvos diferentes de acordo com o país. Em Cuba, criticava as restrições impostas ao acesso à Internet. Em outros países, atacava diretamente os governos de esquerda. O serviço chegou a ter dezenas de milhares de assinantes, embora eles não soubessem que estavam apoiando as iniciativas imperialistas do governo de Barack Obama.

A Agência para o Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID) fez todo o possível para esconder que a iniciativa teve laços com Washington, de acordo com entrevistas e documentos obtidos pela AP. Segundo os documentos, o plano de governo dos EUA foi desenvolver uma ferramenta para trocar mensagens usando telefones celulares.

No primeiro momento, seriam compartilhados conteúdos não muito controversos, como música ou notícias de futebol. Uma vez que um bom número de seguidores se juntaria, passariam a enviar mensagens políticas para inspirar os cubanos a organizar manifestações em massa que levariam ao desencadeamento de uma espécie de "Primavera Cubana".

O "Twitter anti-esquerda" desapareceu misteriosamente. A 8 de maio de 2012, uma mensagem afirmava que eles haviam encontrado problemas para acessar a Internet. De acordo com a investigação da AP, a USAID diz que o programa terminou depois de uma série de problemas econômicos.

Fukushima: Mais Água Radioativa Chega ao Pacífico; Desastre É Maior Que Chernobyl, Mas Indústria Nuclear Não Admite



Cerca de 203 toneladas de água altamente radioativa da usina nuclear de Fukushima foram despejadas por erro em tanques que não estavam preparados para a coleta deste tipo de material, segundo confirmou a TEPCO.

Em consequência, a água foi parar, novamente, no Oceano Pacífico., embora a TEPCO negue veementemente esta possibilidade.

A água contém vários milhões de becquerels por litro de césio radioativo, segundo estimativas da operadora, que continua investigando os motivos da falha das bombas que causaram o vazamento.

Os vazamentos para o mar e as emissões radioativas ao ar provocadas pelo acidente na central, o pior desde o de Chernobyl em 1986, ainda mantém fora de suas casas cerca de 50 mil pessoas que viviam junto à usina e afetou gravemente a agricultura, a pecuária e a pesca local. Ao longo da Costa do Pacífico já foram encontrados diversos peixes com mutações e animais das profundezas mortos.

Em fevereiro, um robô para explorar as piscinas dos reatores afetados retornou dados da existência de um buraco de 3cm² na piscina do reator 2. Em novembro passado, o mesmo robô havia detectado dois buracos no reator número 1. Além de provocar o vazamento de água radioativa para o oceano, o buraco pode contribuir para a falha no resfriamento do combustível nuclear dos reatores, provocando um meltdown que seria cem vezes mais perigoso do que o de Chernobyl em 1986.

Desde o desastre em 11 de março de 2011, não só a população japonesa está constantemente em perigo, mas o mundo inteiro também. A situação tornou-se cada vez mais urgente desde agosto de 2013, quando 300 toneladas de água radioativa vazaram para o Pacífico. Mais 430 litros vazaram em outubro.

No início de abril deste ano, a radiação de Fukushima chegou oficialmente aos EUA, embora o governo continue escondendo esta informação. Segundo cálculos de entidades anti-nucleares e da própria Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), a radiação poderá se espalhar pelo mundo todo dentro de 5 anos - ou seja, até março de 2016 estaremos todos contaminados.

Harvey Wasserman, escritor de vários livros sobre segurança nuclear, afirma que o mundo está condenado:

"Temos o desastre de Chernobyl como exemplo. A tentativa de controle da radiação foi rápida e em questão de meses os russos já haviam construído o sarcófago anti-radiação que ainda está lá protegendo-nos e deverá ficar por mais vários séculos. Mesmo assim, a radiação se espalhou por quase todo o mundo e ainda está por aí. Milhares de pessoas foram atingidas e sofreram mutações genéticas que agora são transmitidas aos seus familiares. Centenas já morreram em função do acidente ocorrido há 28 anos. 
Agora, temos Fukushima. Se mesmo depois de controlado, o acidente de Chernobyl ainda está presente, o que podemos dizer de um acidente que já tem três anos e nunca foi controlado? Será que estamos seguros? Obviamente, não.
 A radiação é um inimigo bastante complicado. Você não pode vê-la, você não pode sentir o cheiro, e ainda assim é prejudicial para o nosso ecossistema, nossos mercados e nossos corpos. O desastre de Fukushima ainda está fazendo manchetes, mas ninguém sabe toda a verdade sobre o impacto final do acidente. Devemos nos preparar para o pior cenário."


FUKUSHIMA É A PROVA DE QUE A INDÚSTRIA NUCLEAR É CORRUPTA

A indústria nuclear é um grande negócio que não quer que ninguém saiba o que está acontecendo em Fukushima, o "ciclo nuclear" específico e tudo mais. Os impactos das emissões de radiação sobre a saúde humana e ecológica são desconhecidos, principalmente porque a indústria nuclear tem abertamente se recusou a estudá-los.

A quantidade de casos em que as autoridades afirmaram que acidentes com armas nucleares não tinham danos radioativos é grande. Por exemplo, durante e após os testes de bombas atômicas (1946-1963) no Pacífico Sul e no oeste americano, milhares de norte-americanos tiveram problemas de saúde. A indústria nuclear e os órgãos militares disseram que seus problemas induzidos pela radiação eram imaginários até que  provaram ser absolutamente irrefutáveis.

Normas sobre "doses aceitáveis de vazamento e presença de radiação" para reatores comerciais começaram a ser escritas cinco anos após Hiroshima, mas são uma piada. Em Fukushima, e em outros países, elas têm sido continuamente flexibilizadas para economizar o dinheiro da indústria.

A explosão de Chernobyl se tornou de conhecimento público apenas quando as emissões maciças caíram sobre uma centenas de reatores suecos a centenas de quilômetros de distância, o que significa que também em Fukushima ninguém sabe precisamente o quanto escapou ou para onde foi. A precipitação nuclear de Fukushima já é muito maior do que a de Chernobyl.

Ao se recusar a compilar avaliações de emissões a longo prazo, a indústria nuclear esconde sistematicamente os impactos da radiação na saúde de Fukushima, forçando as vítimas a confiar em estudos isolados independentes que consideram automaticamente "desacreditados".

Quando o então Chefe Médico Oficial da Comissão de Energia Atômica, Dr. John Gofman, pediu que os níveis de "doses aceitáveis" fossem reduzidos em 90 por cento, ele foi forçado a sair da Comissão e publicamente atacado, apesar de ter sido um dos fundadores da indústria. Membro do Projeto Manhattan, e médico responsável pela pesquisa pioneira no colesterol LDL, Gofman chamou abertamente, depois de afastado, os reatores da indústria de "instrumentos de assassinato em massa premeditado."

Na medida em que foram sendo conhecidas, as quantidades e acúmulo da radiação de Fukushima foram decretados segredo de Estado pelo governo japonês e pela AIEA, com penas de até 10 anos de prisão para quem fizer "medições independentes ou especulação pública". Pelo menos 300 toneladas de água radioativa continuam sendo derramas no Pacífico todos os dias, de acordo com estimativas oficiais feitas antes de esses dados terem sido feitos segredo de Estado.

O impacto real da radiação torna-se ainda mais difícil de medir em uma biosfera cada vez mais poluída, onde a interação com as toxinas existentes cria uma sinergia que tende a acelerar exponencialmente o dano feito a todas as coisas vivas.

Hyman Rickover, pai da marinha nuclear, advertiu que "elevar os níveis de radiação dentro da Terra é uma forma de suicídio", e que se pudesse "afundaria todos os reatores que ajudou a desenvolver". "Em 1982 ele já havia dito que" usando energia nuclear a raça humana vai destruir a si mesma, e é importante que tenhamos o controle desta força horrível e tentemos eliminá-la."

O quadro geral está muito longe de ser otimista. Durante sete décadas, reatores do governo e de propriedade privada têm "vomitado" enormes quantidades de radiação não monitorada para a biosfera e ninguém sabe que tipo de desastre a humanidade estará enfrentando dentro de pouco tempo.

E quem sabe nunca irá dizer, segundo o epidemiologista Joseph Mangano:

"Admitir os erros cometidos em Fukushima e que ela ainda vaza radiação suficiente para contaminar o mundo todo é algo que nunca será feito. Simplesmente porque este seria o segundo grande acidente do tipo na Era Nuclear, que tem apenas 68 anos - seria como se um acidente grave ocorresse a cada 34 anos -, e isso mostraria que a indústria nuclear não é segura como querem que acreditemos. Seria, praticamente, admitir que ela precisa ser extinta."

sábado, 19 de abril de 2014

Brasil Solta Maior Enxame de Mosquitos Geneticamente Modificados na Bahia; Intuito É Combater a Dengue



Jacobina, Bahia - Nesta cidade agrícola, onde legiões de pessoas já foram vítimas da dengue, uma campanha está soltando enxames de mosquitos modificados para acabar com sua própria espécie.

Trabalhadores abrindo recipientes de plástico e permitindo que milhões de mosquitos Aedes aegypti recém-nascidos espalhem-se pela região parece contraditório. Afinal, este é o mesmo inseto que transmite o vírus da dengue por meio de um ciclo homem-mosquito-homem que é surpreendentemente difícil de quebrar.

A defesa tradicional é matar esses mosquitos com inseticidas químicos. Mas isso não tem funcionado no Brasil e em outros países tropicais, onde a dengue é uma das principais causas de doença e morte.

No ano passado, o Brasil informou 1,4 milhões de casos de dengue, que é endêmica em três das 12 cidades-sede para a Copa do Mundo. Não há nenhuma vacina. A forma mais grave da doença, a febre hemorrágica da dengue, pode levar ao choque, coma e morte.

É aí que o "Franken-Mosquito" entra. Os insetos são geneticamente modificados em um laboratório com um gene letal projetado para devastar a população Aedes aegypti e reduzir a propagação da dengue.

"Precisamos oferecer alternativas porque o sistema que temos hoje no Brasil não funciona", disse Aldo Malavasi, presidente da Moscamed, uma empresa brasileira que está testando os mosquitos transgênicos em Jacobina, localizada no estado da Bahia. "Nós temos milhares e milhares de casos de dengue que custam muito para o país. As pessoas ficam incapazes de trabalhar."

Mas, assim como com os alimentos geneticamente modificados, manipular os genes de insetos sugadores de sangue e depois libertá-los está levantando preocupações sobre o impacto potencial na saúde humana e no meio ambiente. Os críticos afirmam que mais estudos laboratoriais devem ser realizados antes de liberar os insetos transgênicos altamente ágeis no ambiente.

"Eles são ainda mais difíceis de se perceber se há algo errado do que com as plantas", diz Helen Wallace, diretora do grupo ambientalista britânico GeneWatch.

No entanto, as campanhas convencionais de saúde pública para combater a dengue por fumigação e adição de larvicidas em tanques de água têm tido pouco impacto porque os Aedes aegypti muitas vezes vivem e se reproduzem dentro das casas, desenvolvendo resistência aos inseticidas. Mosquiteiros utilizados durante o sono são inúteis porque os que transmitem a dengue picam durante o dia, não à noite. As campanhas de educação incitando as pessoas a usar repelente e mangas longas são ignoradas.

Estes obstáculos, mais o aumento das viagens e do comércio, levaram a um salto de 30 vezes em casos de dengue em todo o mundo desde 1960, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Para evitar mais casos, Malavasi e sua equipe estão trabalhando com uma linhagem de Aedes aegypti desenvolvida por uma empresa de biotecnologia britânica chamada Oxitec. Conhecidos como OX513-A, estes são os primeiros insetos geneticamente modificados a serem postos em liberdade na natureza.

Um pequeno número foi testado em 2010 nas Ilhas Cayman e na Malásia. Mas o enxame maior de todos os testes de campo, de acordo com a Oxitec, é o que está sendo libertado em Jacobina.

Outro Grande Meteoro Cai na Rússia



Um grande meteoro foi filmado na madrugada de sexta para sábado (19) enquanto caia em Murmansk, Península de Kola, no Noroeste da Rússia.




Estima-se que o corpo celeste tenha o mesmo tamanho do que caiu em Chelyabinsk, Sibéria, no Oeste da Rússia, em 15 de fevereiro de 2013. Apesar disso, não houve explosão nem relatos de danos provocados pelo evento, ao contrário da ocorrência do ano passado.

No entanto, o meteoro de Chelyabinsk - que abalou estruturas, quebrou vidros, disparou alarmes e feriu mais de 1500 pessoas - foi um evento isolado que se repete somente a cada uma ou duas décadas, segundo os astrônomos. Ele tinha 19m² e explodiu na atmosfera da Terra com força equivalente a uma bomba atômica de 500 kilotons.



Murmansk fica no Círculo Polar Ártico. A região, assim como todo o território russo, é a mais propícia a receber choques de meteoros em todo o planeta. Em 5 de março, uma pedra pouco menor havia caído na região da Yakutia, no Leste da Rússia.

Os astrônomos especulam que o corpo celeste de Murmansk faça parte da chuva de meteoros Lirídeas, que atinge seu auge na próxima semana.

Toxinas BT da Monsanto Matam Células Embrionárias Humanas




Muitas pessoas já ouviram isso um milhão de vezes, mas, para os desinformados, você estará interessado em saber que a toxina BT da Monsanto está longe de ser "segura" como a empresa química alegou no momento da apresentação de seus documentos à FDA.

Uma nova pesquisa do Canadá mostrou que as toxinas BT estão aparecendo em mulheres grávidas e matando células de embriões humanos. Isso é chamado de "toxicologia reprodutiva", e, assim como as suas sementes suicidas, estas toxinas BT estão começando a matar os nossos próprios filhos que ainda não nasceram.

Toxinas BT são proeminentes em culturas geneticamente alteradas, tais como milho, soja, trigo, e outros, chamadas de Cry1Ab - e podem ser letais. Não só essas toxinas atacam as células dos rins de fetos humanos em desenvolvimento, mas também quando a Cry1Ab e Cry1Ac são combinadas com o Roundup, um forte pesticida para as sementes GM da Monsanto, elas podem fortalecer as células cancerígenas.

O pior é que o glifosato, ingrediente principal do Roundup, também provoca necrose - ou seja, a morte do tecido humano -, e isso acontece mesmo quando a substância é encontrada em quantidades muito menores do que o que estão sendo usado atualmente em nossas culturas agrícolas. O produto ainda é altamente cancerígeno.

Na sua vontade de continuar a ser o "líder agrícola" do mundo, o governo dos EUA lidera órgãos reguladores moribundos que não têm meios para examinar verdadeiramente as ramificações da biotecnologia na nossa comida. O Instituto Nacional de Saúde (NIH) é uma piada, e a FDA deu um passe-livre indefinido para que a Monsanto cause o caos no fornecimento de alimentos.

 Os  memorandos internos da FDA sobre suas preocupações em torno de culturas de sementes geneticamente modificadas recentemente apareceu em uma ação judicial, embora nunca tenham sido abertos ao público. Isso prova que a FDA sabe dos perigos destas plantações e o que aguarda o ser humano no futuro em termos de doenças adquiridas em função delas.

Histórico: Encontrado Planeta Semelhante à Terra

Composição artística do planeta Kepler-186f


Um artigo publicado no periódico científico "Science", lançado nesta sexta-feira (18), confirmou que os astrônomos encontraram um planeta praticamente idêntico à Terra orbitando uma estrela em uma região que o torna capaz de suportar água líquida e vida em sua superfície. A descoberta foi anunciada oficialmente pela Nasa, nesta quinta-feira (17).

Kepler-186f tem 1,1 vez o tamanho do planeta Terra e é o 5º planeta da órbita a contar de seu sol. Os cientistas estimam que uma volta completa em torno da estrela demora cerca de 129,9 dias terrestres. Isso significa que o ano lá tem cerca de um terço do nosso.

O sol de Kepler-186f é uma estrela vermelha com cerca de 50% do tamanho da nossa estrela-mãe. O grupo estrelar está localizado a uma distância de 490 anos-luz do nosso sistema solar.

Além do tamanho parecido com a Terra, o planeta está em uma distância de seu sol que garante a quantidade certa de radiação para manter uma temperatura necessária para a existência de água líquida na superfície.

Kepler-186f também não corre risco de sofrer uma chamada "trava gravitacional", que é quando o planeta fica sempre com a mesma face virada para a estrela, caso que acontece com a Lua em relação ao nosso planeta.

O momento é considerado histórico, pois pode significar o início da descoberta de outros mundos capazes de suportar vida semelhante à nossa. Os cientistas devem começar a focar em análises de composição dos planetas e suas atmosferas, para confirmar se podemos ter encontrado outra biosfera no universo.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Eclipse Lunar Total de 15 de Abril - IMAGENS

O primeiro dos quatro eclipses lunares totais (conhecidos como Luas de Sangue) desta rara tétrade ocorreu na madrugada de segunda para terça-feira (15) e fascinou espectadores pelo mundo inteiro.

Em algumas regiões do Brasil infelizmente não foi possível ver o fenômeno devido ao mal tempo.

Veja as melhores fotos do eclipse abaixo.












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