REGRAS PARA COMENTÁRIOS - VÁLIDAS A PARTIR DE 19/07/2014

Este blog trabalha com material considerado polêmico, conspiratório e desconhecido para muitos, por isso torna-se necessário estabelecer algumas regras para comentar nele.

Este blog não publicará comentários que contenham:

- xingamentos e ameaças por opiniões políticas que não condizem com as suas;

- discursos de ódio contra quaisquer partidos ou políticos;

- discursos de ódio contra raças, religiões ou opção sexual;

- Machismo / feminismo;

- discurso em defesa de vertentes políticas como nazismo, fascismo e equivalentes;

- os termos "socialismo", "socialista", "comunismo", "comunista", em qualquer de seus significados;

- discurso religioso (trechos de livros, Bíblia, defesa de pastores / igrejas, e equivalentes);

- contra-informações falsas (nós pesquisaremos todas as contestações às nossas postagens, e somente postaremos sua resposta se ela tiver algum fundamento e nenhum dos discursos citados acima);

* Outros termos e situações serão analisados antes de postarmos qualquer comentário.

OS NOVOS FÜHRERS! THE NEW FÜHRERS!

OS NOVOS FÜHRERS! THE NEW FÜHRERS!

Tempestade Solar Quase Destruiu a Terra Em 2012

O arco púrpura a Noroeste mostra o tamanho extremo da EMC de 2012 e como a Terra escapou dela por pouco


Uma revelação da NASA feita ontem (24) explicou como em 23 de julho de 2012 a Terra teve um encontro quase fatal com uma labareda solar, ou ejeção de massa coronal (EMC), originada a partir da tempestade solar mais poderosa dos últimos 150 anos.

Devido às especulações sobre as profecias dos Maias e Nostradamus sobre o fim do mundo em 21 de dezembro de 2012, os laboratórios e agências científicas mundiais resolveram esconder o fato.

"Se ela tivesse nos atingido, nós ainda estaríamos recolhendo os cacos", disse Daniel Baker, da Universidade do Colorado.

A Terra conseguiu evitar o evento através de um sincronismo e muita sorte sorte, uma vez que o local da explosão estava levemente virado para fora da órbita do nosso planeta.

"Eu cheguei à conclusão a partir dos nossos estudos mais recentes de que mais do que nunca de que a Terra e os seus habitantes foram incrivelmente sortudos pela erupção de 2012 ter acontecido quando aconteceu", disse Baker. "Se a erupção tivesse ocorrido apenas uma semana antes, a Terra estaria na linha de fogo."

O poder dessa ejeção teria corrido através do espaço para enviar-nos de volta à Idade das Trevas.

Acredita-se o choque direto dessa EMC teria o potencial para acabar com as redes de comunicação, GPS e redes elétricas, causando um blecaute mundial generalizado. O artigo da NASA ainda diz que ela iria desativar "tudo o que se conecta a uma tomada". "A maioria das pessoas nem sequer seria capaz de usar seu banheiro, porque o abastecimento urbano de água depende em grande parte de bombas elétricas."

Apenas dez minutos sem energia elétrica, internet ou comunicação em todo o mundo é um pensamento assustador, e os efeitos desse evento poderiam durar anos. Seria o caos em uma escala épica.

"De acordo com um estudo realizado pela Academia Nacional de Ciências, o impacto econômico total pode exceder 2 trilhões de dólares ou 20 vezes mais do que os custos do furacão Katrina. Transformadores danificados por uma tempestade magnética poderiam levar anos para serem reparados."

Então, todos podemos respirar aliviados em todo o mundo? Bem, não exatamente.

O físico Pete Riley, que publicou um artigo intitulado "Sobre a probabilidade da ocorrência de eventos climáticos extremos no espaço", calculou que a chance da ocorrência de uma tempestade solar forte o suficiente para atrapalhar as nossas vidas nos próximos dez anos é de 12 por cento.

"Inicialmente, fiquei bastante surpreso de as chances serem tão altas, mas as estatísticas parecem estar corretas", diz Riley. "É uma visão sóbria."


FONTE: Daily Telegraph.

Israel Chama Brasil de "Anão Diplomático"; Governo Rebate

Ataque de Israel a escola palestina que servia de abrigo matou mais 15 crianças na manhã de hoje (24), totalizando mais de 700 mortos palestinos - entre eles, mais de 170 crianças - e meras duas casualidades israelenses.


O governo de Israel criticou a postura do governo brasileiro de convocar o embaixador em Tel Aviv para consultas e a publicar duas notas, em uma semana, considerando inaceitável a escalada da violência entre Israel e palestinos. No texto divulgado na quarta-feira (24), o Brasil "condena energicamente o uso desproporcional da força" por Israel na Faixa de Gaza.

Em comunicado à imprensa, o Ministério das Relações Exteriores de Israel, por meio do porta-voz, Yigal Palmor, manifestou "desapontamento" diante da convocação do embaixador brasileiro.

"Israel manifesta o seu desapontamento com a decisão do governo do Brasil de retirar seu embaixador para consultas. Esta decisão não reflete o nível das relações entre os países e ignora o direito de Israel de se defender. Tais medidas não contribuem para promover a calma e a estabilidade na região. Em vez disso, eles estimulam o terrorismo, e, naturalmente, afetam a capacidade do Brasil de exercer influência", informa o texto.

Jornais israelenses noticiaram críticas mais duras do porta-voz.

De acordo com o "The Jerusalem Post", Palmor disse que "essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático", e acrescentou que "o relativismo moral por trás deste movimento faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, aquele que cria problemas em vez de contribuir para soluções".


BRASIL REBATE

Na nota de quarta-feira, o Itamaraty também reiterou seu chamado a um "imediato cessar-fogo" entre as partes.

O Itamaraty explicou que, diante da gravidade da situação, votou favoravelmente à resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas que condena a atual ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza e cria uma comissão internacional para investigar todas as violações e julgar os responsáveis.

O único voto contra a comissão foi dos Estados Unidos, que, debochando da ONU, decidiu enviar "em tom emergencial" US$ 225 milhões a Israel para a melhoria do seu sistema antimísseis.

Além do voto negativo dos EUA,  Áustria, Benin , Botswana, Burquina Faso, República Tcheca, Estônia, França, Gabão, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão, Montenegro, Coreia do Sul, Romênia, Macedônia e Reino Unido - todos aliados dos EUA e simpáticos a Israel - se abstiveram de votar. 

A Confederação Israelita do Brasil (Conib) também reagiu. "Uma nota como a divulgada nesta quarta-feira só faz aumentar a desconfiança com que importantes setores da sociedade israelense, de diversos campos políticos e ideológicos, enxergam a política externa brasileira", criticou a Conib.

Na nota publicada no dia 17 de julho, o governo brasileiro afirmou que "condena, igualmente, o lançamento de foguetes e morteiros de Gaza contra Israel".

Apesar de ter sido classificado como "anão diplomático", o Brasil e a Alemanha são os únicos países a ter relações diplomáticas com todas as nações do mundo.


SEM BRASIL, ISRAEL PROVAVELMENTE NÃO EXISTIRIA

Assim como nesta semana em Nova York, a questão da Palestina também dividiu as Nações Unidas 64 anos atrás. Foram 33 votos a favor, 13 contra e dez abstenções na votação da Partilha, que culminou na criação do Estado de Israel.

Estados Unidos e União Soviética, que eram as duas grandes potências da época, defendiam a partilha da Palestina histórica em um Estado judaico e outro árabe.

Como Moscou e Washington, o Brasil também se posicionou a favor da divisão. E um dos grandes responsáveis pela aprovação da partilha que culminou na criação do Estado de Israel foi o embaixador brasileiro Osvaldo Aranha, que presidiu a sessão histórica da Assembleia Geral da ONU. Sem os esforços do diplomata brasileiro nos dias que antecederam o voto, talvez os judeus não tivessem conseguido o reconhecimento do Estado judaico na comunidade internacional.

Devido a pressões dos americanos e soviéticos, Aranha pediu para que a ONU não aceitasse adiar a votação e aprovasse de imediato a partilha, não levando em conta esforços dos países árabes para um acordo. Camille Chamoun, embaixador do Líbano junto às Nações Unidas e que viria a ser presidente libanês, tentou se reunir com o diplomata brasileiro para pelo menos adiar a votação, mas foi ignorado. No fim, o embaixador do Brasil entrou para a história e hoje dá nome a um kibutz e a uma praça em Israel.

Apesar deste papel na votação da partilha, o Brasil não reconheceu imediatamente o Estado de Israel quando este proclamou a independência em maio do ano seguinte, e só veio a fazê-lo em fevereiro de 1949, com reclamações do Egito.

Não fosse por Aranha, os árabes talvez tivessem mais sorte. Se outra nação da América Latina estivesse na presidência da Assembleia Geral - como o Chile, México, Argentina ou Cuba - o Estado de Israel não existiria hoje, visto que todas as outras nações Centro e Sul americanas eram pró-árabes e tinham muitos negócios com a Palestina, além de grandes populações de imigrantes palestinos.


NA OPINIÃO DESTE BLOG

Sempre que se fala contra Israel, há uma reação negativa de incautos que pensam que por essa razão a pessoa é antissemita ou "odeia judeus", que é o termo mais utilizado.

Tirando alguns desavisados que confundem tudo, não é nada disso. Existem inúmeros judeus que colaboraram para o bem do mundo em diversos setores. Pode-se facilmente citar Albert Einstein, Golda Meir, Emma Lazarus, e praticamente todos os atores de Hollywood. Sem contar o mais famoso e citado de todos, o próprio Jesus Cristo.

Porém, há de se separar "Judaísmo" e "povo judeu" de "estado ditador", que é o status atual de Israel.

Netanyahu está tão embriagado pelo poder que lhe foi concedido pelos EUA - afinal, todo o seu exército e equipamento militar é pago pelos Estados Unidos - que ignora todos os ensinamentos do membro mais famoso de sua raça.

Israel não é mais um estado judaico, tornou-se algo muito menos nobre. Não seu povo, mas sim o Estado em sí. Tornou-se sionista.

Além disso, sionismo aparte, Israel não poderia nem sequer pensar em dizer que o Brasil se trata de um "anão diplomático".

Simplesmente porque, não fosse a ajuda dos EUA, talvez estivesse em condições precárias e o povo judeu já teria retornado a suas raízes. Um país que tem uma economia menor do que alguns estados pequenos do Brasil e não influencia em nada como nação, a não ser na opinião dos EUA, não tem direito de jogar pedras - especialmente tendo o telhado do vidro mais fino.

Fosse a Palestina atacando Israel na mesma proporção de hoje - 1 morto israelense para cada 200 palestinos -, também seria errado. Mas o que vemos ali não é guerra, é um massacre étnico contra um país que nem exército ou armamentos tem.

É lamentável que muitos não consigam ver isso e que, muitos outros, usem a desculpa do antissemitismo, Holocausto e algo escrito na Bíblia, para matar mais de 700 inocentes, entre eles mais de 170 crianças que se protegiam em escolas.

Convenci-me disso conversando com um amigo judeu, saído, inclusive, de Israel. Veio para o Brasil no início dos anos 1990, quando a ira de Israel também tornava-se implacável contra os palestinos - o que mostra claramente que essa não é a primeira vez que tal massacre ocorre e mesmo assim a OTAN e a ONU, aparte da resolução votada ontem, permanecem de braços cruzados.

Esse amigo me disse claramente: "Os israelenses comuns são pessoas boas que nem pensam nos palestinos, mas há uma parte de nossa população que quer aquelas terras para Israel de qualquer jeito. Netanyahu não representa a opinião da maioria, mas está no poder e fazendo o que faz porque tem ajuda dos amigos americanos."


"Voos da Tortura": Descoberta Ligação do Reino Unido Com Bases Norte-Americanas Para Tortura em Diego Garcia



O pequeno atol de Diego Garcia, no Oceano Índico, ganhou notoriedade mundial depois que alguns "conspiradores" deram a certeza de que o avião da Malaysia Airlines que, segundo notícias oficiais, desapareceu sem deixar pistas em março deste ano, estava escondido em uma base do local, operada pelos EUA em conjunto com o Reino Unido.

Agora, novos registros cruciais que revelam a finalidade dos voos para o território britânico ultramar, quando era supostamente usado como prisão secreta dos Estados Unidos, estão sob os cuidados da polícia.

A revelação causou preocupações sobre por que, apesar de repetidas solicitações, detalhes dos voos não foram compartilhados com advogados e deputados que há anos investigam o papel desempenhado pelo atol de Diego Garcia, no Oceano Índico, no programa de rendição extraordinária da CIA.

Uma autoridade de Whitehall (sede do governo) foi fotografada na semana passada carregando documentos com a marca "sensíveis", confirmando que os registros com detalhes dos aviões que pousaram e decolaram das ilhas foram entregues a detetives. Os documentos, uma série de e-mails impressos e bilhetes escritos à mão feitos pela autoridade, revelam discussões internas do Ministério das Relações Exteriores sobre a linha a ser adotada nas respostas a perguntas feitas por advogados e deputados sobre o território britânico.

O ministério salientou diversas vezes que não há evidências de que Diego Garcia foi usado no programa de rendição, exceto em duas ocasiões em 2002, quando dois aviões, cada qual carregando um detido, pousaram para reabastecer. Mas em abril documentos secretos da CIA que vazaram de um relatório da Comissão de Inteligência do Senado dos EUA revelaram que o país manteve detidos "de alto valor" em Diego Garcia, que está emprestado pela Grã-Bretanha aos EUA desde 1966, com a "plena cooperação" do governo britânico. A Polícia Metropolitana de Londres atualmente investiga alegações de que um adversário do coronel Muammar Gaddafi foi "rendido" passando por Diego Garcia.

Tentativas de obter os registros, que permitiriam aos advogados comparar com os aviões que se sabe foram usados na rendição, encontraram barreiras de ministros. Quando Andrew Tyrie, o deputado conservador que é presidente do grupo parlamentar pluripartidário sobre a rendição extraordinária, pediu para ver os registros em 2008, disseram-lhe que "uma revisão completa tinha sido realizada e não havia encontrado essas informações".

A Comissão de Segurança e Inteligência da Câmara dos Comuns também se queixou em seu relatório anual de que a falta de acesso a esses documentos comprometeu sua capacidade de realizar uma investigação efetiva da rendição, resultando na publicação de um relatório impreciso e enganoso. Na semana passada, em uma nova virada surpreendente, o Ministério das Relações Exteriores revelou em uma resposta parlamentar a Tyrie que os registros dos voos existiam, mas que alguns haviam se perdido "devido a danos causados pela água".

O subsecretário de Estado para Relações Exteriores, Mark Simmonds, disse: "Registros de ocorrências diárias, incluindo os voos que pousaram e decolaram, cobrem o período desde 2003. Embora haja alguns registros limitados a partir de 2002, entendo que são incompletos devido a danos causados pela água".

No entanto, ampliações dos e-mails fotografados revelam que tanto "registros mensais mostrando detalhes dos voos" como "registros diários [apagado] ... mês da suposta rendição" existem e estão em posse da polícia.

"Todos os tratados relevantes, mandados da ONU e um corpo crescente de decisões jurídicas exigem que as investigações do suposto envolvimento do Estado nos mecanismos de tortura, incluindo a rendição, sejam rápidas, transparentes e abrangentes", disse Gareth Peirce, advogado de vários detidos em Guantánamo.

"Se as respostas para as perguntas diretas de Andrew Tyrie não incluíram menção a registros altamente relevantes que aparentemente estavam o tempo todo em posse da polícia, então o FCO [Ministério das Relações Exteriores e da Comunidade Britânica] colocou este país em clara violação de suas mais fundamentais obrigações legais."

"O FCO deveria liberar imediatamente todos os documentos, incluindo os danificados pela água, para que se faça uma avaliação adequada desse material e de seu significado", disse Cori Crider, do grupo de direitos humanos Reprieve. "Somente isto poderá começar a abordar o ocultamento da posição de Diego Garcia durante uma década no sistema de prisão secreta da CIA."

Uma porta-voz do FCO disse: "Não comentamos documentos internos".

ONU Aprova Investigação Sobre Ofensiva de Israel Em Gaza; EUA - Que Surpresa - Votam Contra e Enviam US$ 225 Mi a Israel



O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou nesta quarta-feira (23) uma resolução que condena Israel por sua atual ofensiva militar sobre Gaza e cria uma comissão para investigar crimes e violações do direito internacional durante essa operação.

A resolução ganhou força depois que 64 pensadores, entre eles 7 Prêmios Nobel, assinaram um embargo contra Israel ontem (22).

O único voto contrário foi dos Estados Unidos, que considerou que o conteúdo da resolução é "destrutivo" e que em nada contribui à cessação das hostilidades, enquanto, entre os 47 países-membros do Conselho, a resolução foi aprovada por 29 votos, com 17 abstenções.

Todos os países latino-americanos apoiaram o documento, que pede a Israel que detenha imediatamente sua operação militar e, em geral, todos os ataques contra os civis.

Além disso, reivindica a suspensão do bloqueio sobre Gaza para a entrada segura de ajuda humanitária e o comércio de bens.

Sobre a comissão investigadora, o documento destaca que terá personalidade independente e internacional, e que deve viajar de forma urgente aos territórios palestinos para realizar sua investigação.

Suas indagações deverão cobrir o período desde o dia 13 de junho, além de incluir a identificação dos responsáveis dos crimes e recomendar medidas para que sejam julgados por seus atos.

"Tudo isto com o propósito de evitar e pôr fim à impunidade, e garantir que os responsáveis prestem contas", indica a resolução.

Todos os países europeus membros do Conselho - Alemanha, Itália, França e Reino Unido, entre eles, que apoiam os EUA - preferiram abster-se na votação, depois que mais cedo insistiram que tanto Israel como o movimento islamita palestino Hamas deviam fazer esforços para deter as hostilidades e aliviar o sofrimento da população.

O documento, que tem um extenso preâmbulo e 16 parágrafos resolutivos, não faz nenhuma menção aos lançamentos de foguetes de Gaza contra Israel.

Na única referência a isso, o Conselho condenou "a violência contra os civis, onde ocorra, incluindo o assassinato de dois civis israelenses como resultado do tiro de foguetes".


ONU FALA EM CRIMES DE GUERRA COMETIDOS POR ISRAEL

A alta comissária da ONU para direitos humanos, Navi Pillay, condenou as ações militares de Israel na Faixa de Gaza e disse que há indicativos de que crimes de guerra foram cometidos.

Em um encontro emergencial em Genebra sobre o conflito entre israelenses e palestinos, Pillay afirmou que a ofensiva de Israel não tem sido cautelosa o suficiente para proteger os civis palestinos.

Citando um ataque aéreo realizado no dia 16 de julho, que matou crianças em uma praia de Gaza, Pillay disse que "o desrespeito pela lei humanitária internacional e pelo direito à vida ficou evidente de forma chocante".

"Parece haver forte possibilidade de que a lei internacional tenha sido violada de uma forma que poderia representar crimes de guerra", declarou Pillay.

Mas é improvável que Israel - que alega que o Conselho de Direitos Humanos da ONU é tendencioso - colabore com eventuais investigações a respeito feitas pelas Nações Unidas. A ministra da Justiça israelense, Tzipi Livni, disse que o Conselho de Direitos Humanos da ONU é um órgão "anti-Israel".


DEBOCHANDO DA ONU, EUA ENVIAM US$ 225 MILHÕES A ISRAEL PARA "PROTEGER VIDAS"

Em um claro deboche quanto ao poder da ONU, o  Senado norte-americano enviará US$ 225 milhões (quase R$ 500 milhões) a Israel para a produção de componentes do sistema de antimísseis de Israel, conhecido como Domo de Ferro. O pedido está incluído em um projeto de lei emergencial de autoria dos senadores democratas.

"O Domo de Ferro tem salvado incontáveis vidas israelenses", escreveu Chuck Hagel, secretário de Defesa dos Estados Unidos, em uma carta oficial ao líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid.

O pedido de US$ 225 milhões para o sistema de defesa de Israel é um adicional ao orçamento de US$ 176 milhões anteriormente previsto pelo governo dos EUA. O Congresso norte-americano já havia oferecido US$ 175 milhões para iniciar a produção de componentes do Domo de Ferro nos Estados Unidos.

MH17: Com Falsa Bandeira Exposta, EUA Retiram Acusação Contra Rússia e Contam "História Para Boi Dormir"



Depois de todas as acusações que apontaram para uma clara falsa bandeira dos EUA e para o fato de que provavelmente os ucranianos visavam derrubar o avião de Vladimir Putin e erraram o alvo, autoridades de inteligência do país disseram nesta terça-feira (22) que acreditam que os separatistas pró-Rússia provavelmente derrubaram o avião da Malaysia Airlines "por engano". Além disso, a Rússia não teria nenhuma ligação com o ataque.

A Inteligência dos EUA sugere que, embora acreditem que a Rússia "criou as condições" que levaram ao incidente, não foram encontrados indícios da presença de quaisquer russos durante o lançamento do míssil e não há confirmação que as tropas que teriam disparado o míssil foram treinadas na Rússia.

Um funcionário disse que, em relação a quem precisamente disparou o míssil, "não sabemos o nome, não sabemos a posição e não estamos 100% certos de que haja uma nacionalidade." O funcionário disse que os EUA não têm pretensão de chegar a conclusões definitivas.

Tal declaração dos Estados Unidos veio logo depois que meios de comunicação internacionais divulgaram que a CIA possui imagens de satélite que provam que o míssil foi disparado por tropas anti-Rússia do governo ucraniano. O fato de que agora eles defendem que foi um "engano" coloca a declaração dos EUA como mais uma de suas "histórias para boi dormir" que só os mais desavisados acreditam.

Prêmios Nobel Assinam Embargo Contra Israel

Um manifesto publicado no The Guardian e assinado por 64 pensadores (clique aqui para ler os nomes dos mesmos), políticos e outras figuras públicas pede um embargo a Israel por conta do conflito na Faixa de Gaza.

O texto diz que Israel se beneficia de acordos de cooperação militar e ajuda dos EUA e da União Europeia e afirma que tal poder de fogo conquistado está sendo usado para uma guerra contra a Palestina. Assim, eles pedem ao mundo um embargo militar, semelhante ao imposto ao governo sul-africano nos anos de Apartheid.

Na lista, estão assinaturas de sete pessoas que já ganharam o Prêmio Nobel da Paz, entre eles o Arcebispo sul-africano Desmond Tutu. Também assinam o manifesto figuras conhecidas, como o linguista Noam Chomsky, o músico Brian Eno, o ex-Pink Floyd Roger Waters, o cineasta Ken Loach e o pensador Slavoj Zizek.

Um nome brasileiro assinou o manifesto: Frei Betto, teólogo da libertação, da ala da Igreja Católica mais envolvida nos movimentos populares.


O MANIFESTO

“Mais uma vez, Israel lançou mão de toda a sua força militar contra a população palestina, particularmente na Faixa de Gaza, em um ato ilegal e desumano de agressão militar. A habilidade de Israel de lançar tais ataques devastadores com impunidade vem, em grande parte, da vasta cooperação militar internacional e do comércio que mantém com governos cúmplices ao redor do mundo. Durante o período 2008-2019, os Estados Unidos devem prover ajuda militar a Israel na ordem de 30 bilhões de dólares, enquanto as exportações militares anuais de Israel para o mundo atingiram bilhões de dólares. 
Em anos recentes, países europeus exportaram bilhões de euros em armas para Israel; e a União Europeia tem fornecido a empresas militares israelenses bolsas de pesquisa na ordem de milhões. Economias emergentes como Índia, Brasil e Chile estão rapidamente aumentando o seu comércio e cooperação militar com Israel, apesar de seus estados apoiarem os direitos palestinos. Ao importar e exportar armas de Israel e facilitar o desenvolvimento da tecnologia militar israelense, os governos estão efetivamente mandando uma clara mensagem de aprovação para a agressão militar de Israel, incluindo os crimes de guerra e possivelmente os crimes contra a humanidade. 
A tecnologia militar de Israel é marcada com o selo “testada em campo” e exportada para todo o mundo. O comércio militar e as pesquisas militares conjuntas reforçam a impunidade israelense ao cometer graves violações dos direitos internacionais e facilitam o enraizamento do sistema de ocupação israelense, colonização e negação sistemática dos direitos palestinos. Nós chamamos a ONU e os governos ao redor do mundo para tomar medidas imediatas para implementar um embargo militar claro e legal contra Israel, similar ao imposto à África do Sul durante o Apartheid”.

Os 5 Maiores Perigos Para a Humanidade Na Atualidade



No burburinho diário das "crises" atuais que a Humanidade enfrenta, nos esquecemos das muitas gerações que, esperamos, ainda estão por vir. Não aqueles que vão viver daqui 200 anos, mas os que habitarão a Terra em 1000 ou 10 mil anos. Eu uso a palavra "esperamos", porque nós enfrentamos riscos, chamados "riscos existenciais", que ameaçam acabar com a Humanidade. Estes riscos não são apenas para grandes desastres, mas para os desastres que poderiam terminar com a História.

Esses riscos permanecem no descaso. Há uma sensação de impotência e fatalismo sobre eles. As pessoas têm falado de apocalipses há milênios, mas poucos tentaram impedi-los. Os seres humanos também são ruins em fazer qualquer coisa sobre os problemas que ainda não ocorreram (parcialmente por causa da "disponibilidade heurística" - a tendência a superestimar a probabilidade de eventos que conhecemos e subestimar eventos que não conhecemos).

Se a humanidade se extinguir, a perda é equivalente perlo menos à de todos os indivíduos e da frustração de seus objetivos. Mas a perda seria provavelmente muito maior do que isso. "Extinção humana" significa a perda do sentido das gerações passadas, da vida de todas as gerações futuras (e poderia haver um número astronômico de vidas futuras) e de todo o valor que poderia ter sido criado. Se a consciência ou a inteligência forem perdidas, isso pode significar que o próprio valor tornar-se-à ausente no universo. Esta é uma razão moral enorme para trabalhar duro para evitar que ameaças existenciais se tornem realidade. E não devemos parar sequer uma vez nesta busca.

Com isso em mente, eu selecionei o que considero as cinco maiores ameaças à existência da Humanidade. Mas há ressalvas que devem ser mantidas em mente, pois esta lista não é definitiva.

Ao longo do século passado, descobrimos ou criamos novos riscos existenciais - supervulcões foram descobertos na década de 1970, e antes do Projeto Manhattan a guerra nuclear era impossível -, por isso, devemos esperar que outros possam aparecer. Além disso, alguns riscos que vemos com seriedade hoje podem desaparecer à medida que aprendemos mais. As probabilidades também mudam ao longo do tempo - às vezes porque estamos preocupados com os riscos e os corrigimos.

Por fim, só porque algo é possível e potencialmente perigoso, não significa que vale a pena se preocupar. Existem alguns riscos que não podemos fazer nada a respeito, tais como os jatos de raios gama que resultam das explosões de galáxias. Mas se nós aprendermos que podemos fazer alguma coisa, as prioridades mudam. Por exemplo, com saneamento, vacinas e antibióticos, a Peste deixou de ser um ato de Deus e virou uma questão de saúde pública.


GUERRA NUCLEAR

Embora apenas duas armas nucleares tenham sido usadas em guerra até agora - em Hiroshima e Nagasaki, na Segunda Guerra Mundial - e os estoques nucleares estejam abaixo do pico que chegaram na Guerra Fria, é um erro pensar que a guerra nuclear é impossível . Na verdade, ela pode não ser improvável.

A crise dos mísseis de Cuba esteve muito perto de se converter em confronto nuclear. Se assumirmos um desses eventos a cada 69 anos e uma chance em três de que eles poderiam se tornar uma guerra nuclear, a chance de tal catástrofe aumenta para cerca de um em 200 por ano.

Pior ainda, a crise dos mísseis em Cuba foi apenas o caso mais conhecido. A história da dissuasão nuclear União Soviética-EUA é cheia de passagens estreitas e erros perigosos. As probabilidades mudam dependendo das tensões internacionais, mas parece improvável que as possibilidades sejam muito menores do que um em 1000 por ano.

Uma guerra nuclear em larga escala entre grandes potências iria matar centenas de milhões de pessoas diretamente ou através das conseqüências - um desastre inimaginável. Mas isso não é suficiente para torná-la um risco existencial.

Da mesma forma os riscos de consequências são muitas vezes exagerados - seria potencialmente mortal localmente, mas globalmente um problema relativamente limitado. Bombas de cobalto foram propostas como uma arma hipoteticamente apocalíptica que mataria todo o mundo com sua precipitação radioativa, mas são, na prática, difíceis e caras para se construir. E fisicamente, elas são praticamente impossíveis.

A verdadeira ameaça é o inverno nuclear - ou seja, a fuligem fugindo para a estratosfera e causando um resfriamento e seca no mundo por anos. Simulações climáticas modernas mostram que isso poderia impedir a agricultura em grande parte do mundo. Se ocorrer esse cenário, bilhões morrerão de fome, deixando apenas os sobreviventes espalhados que podem ser apanhados por outras ameaças, como doenças. A principal incerteza é como a fuligem se comportaria: dependendo do tipo de fuligem os resultados podem ser muito diferentes, e no momento não temos boas maneiras de estimar isso.


PANDEMIAS BIOGENÉTICAS

Pandemias naturais mataram mais pessoas do que as guerras. No entanto, as pandemias naturais não são suscetíveis de serem ameaças existenciais: geralmente há algumas pessoas resistentes ao patógeno, e a geração de sobreviventes seria mais resistente. Evolução também não favorece parasitas que acabam com seus anfitriões, e é por isso que a sífilis foi de um assassino virulento a uma doença crônica enquanto se espalhava na Europa.

Infelizmente, agora podemos fazer doenças mais desagradáveis. Um dos exemplos mais famosos é a forma como a introdução de um gene extra no mousepox - a versão do rato da varíola - tornou-o muito mais letal e capaz de infectar indivíduos vacinados. Trabalhos recentes sobre a gripe aviária têm demonstrado que o contágio de uma doença pode ser deliberadamente potencializado.

Neste momento, o risco de alguém deliberadamente liberar algo devastador no ambiente é baixo. Mas, como a biotecnologia fica melhor e mais barata com o tempo, mais grupos serão capazes de transformar as doenças para modelos piores.

A maioria dos trabalhos sobre armas biológicas têm sido feito pelos governos que procuram algo controlável, pois acabar com a Humanidade não é militarmente útil. Mas há sempre algumas pessoas que podem querer fazer as coisas porque podem. Outros têm propósitos mais elevados. Por exemplo, o culto Aum Shinrikyo tentou apressar o apocalipse usando armas biológicas em um de seu mais bem sucedidos ataques com gás nervoso. Algumas pessoas pensam que a Terra seria melhor sem os seres humanos, e assim por diante.

O número de mortes por ataques de armas biológicas e surtos epidêmicos parece ter uma distribuição de lei de potências - a maioria dos ataques têm poucas vítimas, mas alguns matam muitos. Dado os números atuais o risco de uma pandemia global por bioterrorismo parece muito pequena. Mas isso é apenas o bioterrorismo: os governos mataram muito mais gente do que os terroristas com armas biológicas (até 400 mil podem ter morrido desde  programa Biowar dos japonês na Segunda Guerra Mundial). E como a tecnologia se torna mais poderosa, no futuro patógenos mais desagradáveis ​​se tornarão mais fáceis de projetar.


SUPERINTELIGÊNCIA

A inteligência é muito poderosa. Um pequeno incremento na capacidade de resolução de problemas e coordenação do grupo foi o que deixou os outros macacos na poeira. Agora a sua existência depende de decisões humanas, não do que eles fazem. Ser inteligente é uma vantagem real para pessoas e organizações, então há muito mais esforço para descobrir formas de melhorar a nossa inteligência individual e coletiva: desde drogas que aumentam a cognição a softwares de inteligência artificial.

O problema é que entidades inteligentes são boas em conseguir seus objetivos, mas se os objetivos são mal definidos elas podem usar seu poder de forma inteligente para alcançar fins desastrosos. Não há nenhuma razão para pensar que a própria inteligência vai fazer algo bom e se comportar moralmente. Na verdade, é possível provar que certos tipos de sistemas superinteligentes não obedecer as regras morais.

Ainda mais preocupante é que, ao tentar explicar as coisas para uma inteligência artificial, nos deparamos com profundos problemas práticos e filosóficos. Os valores humanos são difusos, coisas complexas que não somos bons em expressar, e mesmo que possamos fazê-lo talvez pudéssemos não compreender todas as implicações do que desejamos.

A inteligência baseada em software pode rapidamente ir de sub-humana a assustadoramente poderosa. A razão é que ela pode escalar de maneiras diferentes da inteligência biológica: ela pode atuar mais rápido em computadores mais velozes, as peças podem ser distribuídas em mais computadores, diferentes versões podem ser testadas e atualizadas em tempo real, novos algoritmos incorporados podem dar um salto no desempenho.

Tem sido proposto que uma "explosão de inteligência" é possível quando um software torna-se bom o suficiente em fazer um software melhor. Se tal salto ocorresse, haveria uma grande diferença de potencial de energia entre o sistema inteligente (ou as pessoas dizendo o que fazer) e o resto do mundo. Isto tem um claro potencial para o desastre se os objetivos forem mal definidos.

A única coisa incomum sobre superinteligência é que não sabemos se as explosões de inteligência rápidas e poderosas são possíveis: talvez a nossa atual civilização como um todo esteja melhorando a si mesma no ritmo mais rápido possível. Mas há boas razões para pensar que algumas tecnologias podem acelerar as coisas muito mais rápido do que as sociedades atuais podem lidar. Da mesma forma, não temos uma boa compreensão sobre o quanto diferentes formas de superinteligência seriam perigosas, ou se as estratégias de mitigação realmente funcionariam. É muito difícil raciocinar sobre a tecnologia do futuro que ainda não temos, ou inteligências maiores do que nós mesmos. Dos riscos nesta lista, este é o mais provável de ser real ou apenas uma miragem.


NANOTECNOLOGIA

A nanotecnologia é o controle sobre a matéria com precisão atômica ou molecular. Isso em si não é perigoso - em vez disso, seria uma notícia muito boa para a maioria das aplicações. O problema é que, como a biotecnologia, aumentar o poder também aumenta o potencial de abusos que são difíceis de controlar.

O grande problema não é o famoso "grey goo" ddas nanomáquinas auto-replicantes comerem tudo. Isso exigiria um design inteligente para este fim. É difícil fazer uma réplica da máquina: a biologia é muito melhor no que faz, por padrão. Talvez algum maníaco conseguísse, mas há uma abundância de frutas penduradas mais abaixo na árvore da tecnologia destrutiva.

O risco mais óbvio é que a fabricação atomicamente precisa parece ideal para a fabricação mais rápida e barata de coisas como armas. Em um mundo onde qualquer governo poderia "imprimir" grandes quantidades de armas autônomas ou semi-autônomas (incluindo meios para torná-las ainda melhores), as corridas armamentistas poderia tornar-se muito rápidas - e, portanto, instáveis, uma vez que fazer um primeiro ataque antes que o inimigo receba vantagem demais pode ser tentador.

As armas também podem ser pequenas, coisas com precisão: um "veneno inteligente" que age como um gás nervoso, mas procura vítimas, ou sistemas de vigilância onipresentes "gnatbot" para manter populações reféns parece inteiramente possível. Além disso, pode haver formas de obtenção de poderio nuclear e engenharia climática nas mãos de alguém que queira.

Não podemos julgar a probabilidade de risco existencial no futuro da nanotecnologia, mas parece que poderia ser potencialmente perturbador porque poderia nos dar tudo o que desejássemos.


INCÓGNITAS DESCONHECIDAS

A possibilidade mais inquietante é a de que haja algo lá fora que é muito mortal, e que não tenhamos nenhuma pista sobre o que possa ser.

O silêncio no céu pode ser uma evidência disso. É a ausência de aliens devido à possibilidade de que a vida ou a inteligência seja algo extremamente raro, ou que a vida inteligente tende a ser exterminada? Se houver um futuro grande filtro, isso deve ter sido notado por outras civilizações também, e mesmo assim não ajudou.

Seja qual for a ameaça, teria que ser algo quase inevitável, mesmo quando você soubesse que está lá, não importa quem  ou o que você é. Nós não sabemos sobre tais ameaças (nenhum dos outros nesta lista trabalham assim), mas elas podem existir.

Você pode se perguntar por que as mudanças climáticas ou impactos de meteoros foram deixados de fora desta lista. A mudança climática, não importa o quão assustadora, é pouco provável que faça todo o planeta inabitável (mas pode agravar outras ameaças se nossas defesas se quebrarem). Meteoros certamente poderiam nos eliminar, mas teríamos que ser muito azarados. As espécies de mamíferos vivem em média há cerca de um milhão de anos. Assim, a taxa de extinção natural é de aproximadamente uma em um milhão por ano. Isso é muito mais baixo do que o risco de uma guerra nuclear, que mesmo depois de 70 anos ainda é a maior ameaça à nossa existência.

A "disponibilidade heurística" nos faz superestimar os riscos que estão frequentemente nos meios de comunicação, e descartar riscos sem precedentes. Se quisermos estar vivos daqui um milhão de anos, precisamos corrigir isso.


TEXTO DE: Anders Sandberg (Instituto para o Futuro da Humanidade, Universidade de Oxford)
TRADUZIDO DE: The Guardian
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